Ensino para todos

Nessa nova era, conhecimento é o que se pode ter de maior valia. Vivemos numa era onde o termo VUCA é constantemente utilizado por palestrantes de assuntos ligado a tecnologia e novas tendências. Se nunca ouviu falar: VUCA é um acrônimo para descrever quatro características marcantes do momento em que estamos vivendo: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade. Apesar de o termo ter sido incorporado mais recentemente ao vocabulário corporativo, ele surgiu na década de 90 no ambiente militar.

Áreas de conhecimento irão desaparecer, seus filhos, se possuem a mesma idade da minha filha (4 anos), trabalharão em cargos e carreiras que nem se quer foram criadas. Mudanças muito malucas estão acontecendo e claro, como tudo na vida, tem seu lado bom e também o ruim. Estar no meio de tanta informação acaba gerando uma confusão tremenda nas pessoas. É como estar numa festa tão barulhenta que você já não sabe que tipo de música está tocando.

Acredite você ou não, exemplos como o Uber, AirBnB e outros acabam por mostrar que indústrias centenárias, como as de transporte e de hotelaria, podem ser impactadas por StartUps recém criadas. StartUps que com menos de 10 anos acabam derrubando empresas com centenas de anos de vida, exemplo da Netflix e Blockbuster.

Como se preparar pra isso tudo… conhecimento. Escutei de uma pessoa a anos atrás que conhecimento é a única coisa que ninguém pode tirar de você. Preciso concordar com isso, apesar de falarem em formas malucas de aprendizado a curto médio prazo (Downloads de Conteúdo direto no cérebro e coisas que parecem de filmes futuristas). O maior investimento que você pode fazer por você mesmo está sempre envolvido em aprender algo novo, alguma habilidade que ainda não possua e que pode inclusive te dar algum diferencial neste mundo VUCA.

Na minha época de estudo de faculdade – que começou no ano de 1997 – os seres humanos quando muito tinham um computador em casa e raros os casos, possuíam um notebook (fui ter o meu primeiro notebook em 1999 e acredite eu era um ponto fora da curva). A internet ainda era muito básica e os sites se desdobravam para trafegar conteúdos a velocidades de transmissão na ordem dos kbps e não de Mbps ou Gbps como estamos acostumados hoje. Procurar algo sobre um assunto novo não era tarefa tão fácil como puxar um Smartphone ou Tablet e pesquisar, eu ainda tinha a idéia de que as coisas eram procurados num livro chamado Barsa. Google não era o famoso Oráculo e nós não imaginávamos nem de longe o quanto essa conectividade entre as pessoas mudaria a forma como lhe damos com assuntos tão básicos, como chamar um Uber no meio da rua.

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